apresentações DITA DOR

no sábado em Sintra e no domingo em Lisboa, estarei à conversa sobre este livro: das dicas importantes que a Susana Moreira Marques deu no arranque da escrita, às sugestões preciosas que a Paula Delecave, a Ariana Furtado e a Joana Mosi me deram, e sobre o desafio de ligar a minha memória pessoal a um período histórico. Até lá.

VÁLVULA em São Paulo

com o Lbc Soldjah fazendo espetáculo VÁLVULA  no Teatro Sérgio Cardoso (São Paulo, Brasil) e no Teatro Estadual de Araras (Araras /São Paulo, Brasil).

VÁLVULA no festival MURO

com o Lbc-Soldjah apresentando o espetáculo VÁLVULA no Festival MURO da GAU-Galeria de Arte Urbana, nas catacumbas da estação de Metro do Cais do Sodré, Lisboa.

 

 

SAMBA DE GUERRILHA em Macau

espetáculo SAMBA DE GUERRILHA EM CENA no Broadway Theatre, Macau com Luca Argel, Nádia Yracema, Pri Azevedo, Carlos Motta, Nenem do Chalé, e Cláudio César Ribeiro.

Esse olhar que é só vosso

O que aconteceu ontem no Teatro São Luiz foi um requiem, talvez o mais bonito que já vi; os músicos da família Dead Combo juntaram-se à Alinhoa Vidal e ao Tó Trips para homenagear o Pedro Gonçalves, reeinterpretando a sua música com toda a beleza, energia e embriaguez dos sentidos. Os Dead Combo foram, são e serão uma das bandas sonoras para a minha vida. Lisboeta, revejo-me nesta mistura da melancolia, rockalhada e cheiro a mijo na calçada. Muito obrigado!

4 MÃOS na Fundação Champalimaud

teste de projeção para o espetáculo 4 MÃOS com o pianista Filipe Raposo na Fundação Champalimaud, 13 julho, 21:30, seguido de conversa conosco, o arqueólogo João Zilhão e o neurocientista Rui Oliveira moderados pela jornalista Sara Sá. Entrada livre. Tragam casaco que o local é ventoso.

 

desenhar o silêncio

na próxima sexta, lá estarei no painel da tarde para partilhar a minha experiência de desenho de pessoas no espaço público.

4 MÃOS na Fundação Champalimaud

AVISO À NAVEGAÇÃO: no próximo 13 julho às 21h30 eu e o Filipe Raposo apresentaremos no exterior da Fundação Champalimaud o 4 MÃOS (concerto improvisado para piano e caneta digital), parte do programa BRIDGES TO THE UNKNOWN; no final teremos uma conversa pública com o arqueólogo João Zilhão e o neurocientista Rui Oliveira, com a mediação da jornalista Sara Sá. A entrada é gratuita mas necessita de inscrição aqui