SUBWAY LIFE

SUBWAY LIFE
nova edição de autor

Pedidos para: desenhardoescuro@gmail.com

Tiragem limitada de 300 exemplares, numerados e assinados.
Miolo de 224 páginas impressas sobre papel Arena Natural Bulk 120g.
445 desenhos de pessoas sentadas em carruagens do Metro.
Formato: 300x200mm. Capa dura em cartão de 3mm com impressão UV, e lombada forrada a tecido preto. Cadernos cosidos, pintados a preto nos três lados.

Preço Venda Público: 65€ + 3,79€ (IVA) = 68,9€
Portes CTT Registado Portugal (caixa cartão ) : 7,80€ + 1,79€(IVA) = 9,59€
Portes CTT Registado Europa (caixa cartão): 20,85€ + 4,79€(IVA) = 25,64€
NOTA: os livros poderão ser recolhidos em mão no atelier do artista (Lisboa),  no dia do lançamento – 6/Abril/2024 – ou noutra data a combinar.

PROMOÇÃO LIMITADA:
As primeiras 20 pessoas a comprar 2 livros receberão de oferta um print giclée 40x50cm em papel de algodão fine-art 300g de um dos desenhos feitos no Metro.
O valor de portes CTT Registado para o envio do print em tubo rígido será de
4,80€ + 1,10€(IVA) = 5,90€ Portugal
7,75€ + 1,78€(IVA) = 9,53€ Europa

Em 2010 foi publicada pela ASSÍRIO & ALVIM uma primeira edição do livro SUBWAY LIFE, que esgotou poucos meses depois.
Para esta nova edição de autor, os desenhos foram novamente digitalizados e foi escolhido o papel adequado para a máxima fidelidade na reprodução. Como se trata de um livro-objeto de coleção, foram selecionados materiais e acabamento de qualidade superior.

Subway Life é um projecto que levou António Jorge Gonçalves a desenhar pessoas sentadas em carruagens do Metro em dez cidades, nos cinco continentes.
Tudo começou em Londres com um exercício que consistia em desenhar a pessoa que se sentasse à sua frente no Metro. Era um método aleatório de escolha de modelos que pretendia obrigá-lo a desenhar aquilo que não podia escolher. Ao regressar a Lisboa, decidiu estender o jogo a outras nove cidades: Lisboa, Berlim, Estocolmo, Nova Iorque, São Paulo, Tóquio, Atenas, Moscovo, e Cairo.
Oitocentas horas de trabalho depois, constatou que entre os mais de três mil desenhos registados nos seus cadernos era rara a repetição de postura. Apesar dos seus retratados se encontrarem numa mesma situação (sentados num comboio subterrâneo) a individualidade sobressaía sempre numa posição de mão ou no jeito de cruzar a perna. E se, por um lado, podia encontrar estereótipos dos habitantes de cada uma das cidades, por outro, existiam também indivíduos que poderiam encaixar em qualquer uma delas.


foto: Enric Vives-Rubio/Público