O NASCIMENTO DA ARTE está online

Porque criamos obras de arte?
Partindo das gravuras paleolíticas do vale do Côa, eu e o Filipe Raposo trocamos ideias com especialistas de várias áreas levantando possibilidades para as razões que levaram a espécie humana a realizar obras de arte.
Os 3 episódios documentais aqui apresentados usam a metáfora do ÁLBUM DA FAMÍLIA HUMANA: a história da arte é pensada como um Álbum de Família, com os seus retratos, histórias e lugares, desde há 30.000 anos até aos nossos dias.
Um recurso pedagógico para usarem e abusarem.

O NASCIMENTO DA ARTE em Foz Côa

Chegou o momento de vos mostrar o que andei a fazer com o Filipe Raposo sobre O NASCIMENTO DA ARTE. Amanhã apresentaremos a escolas e ao público em geral os 3 episódios documentais que andámos a cozinhar. Estes pequenos filmes ficarão disponíveis online. Desde que o Filipe me levou a ver pela primeira vez as gravuras no vale do Côa em 2017 que este assunto se instalou nas nossas conversas: porque começámos a desenhar nas paredes? Depois, propulsionados pelo espectáculo que fizemos com a Ana Brandão no exterior do Museu do Côa a convite da Anabela Mota Ribeiro e da Julita Santos para o festival Somos Douro, passámos a visitar com frequência o Côa. O Bruno J. Navarro foi desde a primeira hora um cúmplice entusiasta deste projecto, e é com saudade que o lembramos neste dia em que tanto gostariamos de ter a sua presença.

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caderno dos originais de VAU

Este é o caderno dos desenhos originais para o livro VAU, onde fui desenhando livremente e sem cronologia momentos significativos que guardei do filme de Miyasaki. A energia criativa não se contabiliza, sai em jorro até a fonte secar; por isso fui desenhando mais situações do que aquelas que sabia poderem entrar no livro (com um número de páginas pré-definido pela coleção). Depois, é na capacidade de editar e eliminar o supérfulo até chegar ao essencial que se vê o artista. O que aprecio nos cadernos é ficar lá tudo, a imperfeição, as várias tentativas, a vida tal como ela é.