O CONVIDADOR DE PIRILAMPOS em Algés

nova temporada de O CONVIDADOR DE PIRILAMPOS no Teatro Amélia Rey Colaço (Algés): segunda 19 abril a sexta 23 de abril para escolas (10h30 e 14h) e fim de semana 24/25 abril às 11h para famílias.

LISBOAGORA (II)

Foi quase há um ano, que eu, o Alexandre Coelho e o Nuno Pratas, criamos LISBOAGORA: uma equipa multidisciplinar de 60 pessoas inscreve o seu trabalho de forma performativa no espaço urbano. Reúne artistas e intérpretes de diferentes gerações e linguagens – dança, cenografia, desenho, literatura, música, pintura, spoken word, teatro ou fotografia – com produtores, técnicos de som, imagem, luz, designers gráficos e videográficos. Promove o cruzamento de diferentes linguagens artísticas expressando-se através das plataformas digitais. Aqui fica o registo da transmissão integral, para ver e rever. #lisboagora

LISBOAGORA (I)

Foi quase há um ano, que eu, o Alexandre Coelho e o Nuno Pratas, criamos LISBOAGORA, aproveitando o financiamento concursado pela Câmara Municipal de Lisboa, de apoio ao buraco que o covid 19 causou na criação artística da cidade. Chegou agora a altura de mostrar – a partir de terça 16 março – o que fizemos, com uma equipa de 60 pessoas (artistas, produtores, técnicos). Mais, em breve…

estreia de SEXTA FEIRA no festival Alkantara

Fotos do espectáculo SEXTA-FEIRA, (estreado ontem no festival ALKANTARA/Teatro Nacional D. Maria II; Lisboa) a minha colaboração mais recente com a Cláudia Dias: os desenhos digitais que a acompanham em cena conjuntamente com a música do Vasco Vaz e Miguel Pedro e a luz desenhada pelo Nuno Borda de Água.

VÁLVULA no Funchal

com o Flávio Almada, para apresentar VÁLVULA no VIII Encontro da Leitura em Voz Alta – Ler com Amor, organizado pelo fantabulástico CONTIGO TEATRO,  no Tecnopolo do Funchal (foto de Paula Delecave)

a mulher sem cabeça

ontem no warm up do MOTEL X, no Covento da Bernardas, acompanhado do MC Papillon, a desenhar no espectáculo A MULHER SEM CABEÇA baseado no conto do Gonçalo M Tavares com direção artística do Paulo Duarte Ribeiro. (foto da Julita Santos, que foi quem nos juntou).

trabalho em curso

a capa é o rosto do livro, e o Zeferino Coelho é um dos raros editores que tem coragem e disponibilidade para ir à gráfica vê-lo nascer; vem isto a propósito da capa que fiz para o mais recente livro do Ondjaki, nas vossas mãos lá para Agosto ou Setembro.

FRONTEIRAS XXI

Grato, e ainda a digerir o turbilhão que vivi ontem na hora e meia que desenhei em directo no programa FRONTEIRAS XXI: # a novidade de juntar em simultâneo a mesa de trabalho íntima e familiar com o público mais vasto para quem já desenhei ao vivo. # habituado a desenhar em diálogo com o trabalho de outros artistas, tive de tactear para encontrar lugar no meio do discurso de peritos-comentadores – a opção foi deixar-me levar pela corrente, parando de vez em quando para o desenho poder respirar. # perceber que a maior parte das pessoas fica de fora nas conjeturas pensantes de quem pode teletrabalhar (como eu) e que essa obliteração é encarada como um dano colateral inevitável na marcha em direção a um futuro.

ao vivo com Pedro Jóia

durante anos cantei o VEJAM BEM do Zeca Afonso para adormecer a minha filha; no final de Fevereiro tive a felicidade de ser convidado pela Ani Fonseca e Pedro Jóia para colaborar ao vivo na gravação de alguns temas do novo disco (com temas do Zeca) deste guitarrista que muito admiro, acompanhado pelo excelente José Salgueiro.

residência artística em Montemor-o-Novo

Foi a minha última actividade pública, antes de nos fecharmos todos em casa: dois dias intensos de residência artística na Escola Secundária de Montemor-o-Novo, a convite do Espaço-do-Tempo, com as turmas de Artes. Estranho esta proximidade ser tão impossível neste momento.

 

VÁLVULA em Guimarães

passagem inspiradora por Guimarães com espectáculos VÁVULA, em parceria com o Lbc_Soldjah (Ana Flávio Almada) , e o acolhimento superlativo da equipa d’A OFICINA. A exposição das caixas-diorama continua no Centro Internacional de Arte José de Guimarães  até 2 de Fevereiro (fotos de Paula Delecave)

espectáculo MUAVE abre o Maputo Fast Forward

Em Maputo (Moçambique) no Centro Cultural Franco-Moçambicano, no espectáculo MUAVE, que abriu o festival Maputo Fast Forward, uma consulta terapêutica audiovisual com a música hipnótica do Nandele suportada por instrumentais adicionais e sound design de Chris Born, a cenografia e intervenções gráficas de João Roxo, explorações visuais de António Jorge Gonçalves e com o Vasco António Sitoe e as Marionetas Gigantes. (fotos de Paula Delecave)