lugar do voo

A Gulbenkian desafiou-me a criar uma intervenção desenhada no perímetro da obra em curso do novo CAM. A primeira sequência gráfica acaba de ser aplicada na rua nicolau bettencourt (a segunda – mais extensa – só no próximo ano). Usei o pato-real como protagonista de um voo que é sobretudo um arco de tempo que cobre os últimos 200 anos de ocupação daquele lugar por onde passaram o primeiro jardim zoológico, um velódromo, ou a feira popular. Disponível na rua, para os vossos olhos, até à conclusão da obra.

nova reimpressão DESENHAR DO ESCURO

A edição do livro esgotou num mês, e como existem muitos pedidos não atendidos decidi fazer uma reimpressão para não deixar pessoas interessadas sem livros. Esta é a vossa última hipótese de reservarem exemplares escrevendo para desenhardoescuro(arroba)gmail.com

trailer livro DESENHAR DO ESCURO

(música trailer: Fado Mudo de Filipe Raposo)

edição de autor com tiragem limitada de 250 exemplares assinados e numerados. 166 páginas no formato 250 x 207mm impressas a branco em offset digital sobre papel Sirio Ultra Black 115g. capa dura impressa a preto com letras em verniz espessurado brilhante sobre papel Sirio Color Ultra 185g colada em cartão miolo preto 1,5mm. cadernos cosidos e colados com costura aparente em linha preta. cantos redondos.

Pedidos para: desenhardoescuro@gmail.com

DESENHAR DO ESCURO

Aos 14 anos desejei ser banda desenhista à boca de uma grande máquina de offset, por isso alimento um interesse profundo pela produção dos meus livros. A impressão é sempre uma tradução, uma recriação do objecto inicial e por isso quero estar o mais presente possível nessa metamorfose. Vem isto a propósito das primeiras provas do livro DESENHAR DO ESCURO que fui hoje ver à GUIDE: a decisão de imprimir os desenhos a branco sobre papel preto – reproduzindo o processo original de criação – coloca imensos desafios em caminhos pouco frequentados.