o amor é um cadáver esquisito

Desde que nos conhecemos que eu e a Paula Delecave fazemos cadáveres esquisitos, seguindo o método surrealista pelo qual cada um desenha numa parte dobrada do papel sem saber como o outro continuará a figura. Agora, fizemos uma edição caseira com uma seleção desses desenhos : está tudo à mostra no vídeo. (Pedidos para os emails indicados no fim do vídeo))

FRONTEIRAS XXI

Grato, e ainda a digerir o turbilhão que vivi ontem na hora e meia que desenhei em directo no programa FRONTEIRAS XXI: # a novidade de juntar em simultâneo a mesa de trabalho íntima e familiar com o público mais vasto para quem já desenhei ao vivo. # habituado a desenhar em diálogo com o trabalho de outros artistas, tive de tactear para encontrar lugar no meio do discurso de peritos-comentadores – a opção foi deixar-me levar pela corrente, parando de vez em quando para o desenho poder respirar. # perceber que a maior parte das pessoas fica de fora nas conjeturas pensantes de quem pode teletrabalhar (como eu) e que essa obliteração é encarada como um dano colateral inevitável na marcha em direção a um futuro.

exposição EU ESTIVE AQUI

Inaugurou hoje, no festival Évora Urban Village, a minha exposição EU ESTIVE AQUI. Caixas/diorama e escritos de parede constroem um A a Z do graffiti. Na Galeria W52 mesmo na Praça do Giraldo.