Performance

Isto é uma selecção de alguns dos espectáculos em que participei. Para a lista completa consultar cv Português+contacto

These are selected performances.To get the full list go to cv English+contact

COMO FAZER COISAS COM PALAVRAS
HOW TO MAKE THINGS WITH WORDS
De John Austin
Adaptação de Pedro Mexia e Ricardo Araújo Pereira
com
Ricardo Araújo Pereira
Estevão Antunes
Patrícia Resende
Direcção de actores de Dinarte Branco
Cenografia e figurinos de António Jorge Gonçalves
Música de Armando Teixeira
Desenho de Luz de Thomas Walgrave
Sala Principal Teatro São Luiz, Lisboa (2008)

Adaptação teatral das conferências sobre filosofia da linguagem de John Austin. Um trabalho de equipa muito gratificante com o excelente desenhador de luz Thomas Walgrave.

Theatrical version for John Austin’s lectures on Language philosophy. A very satisfying team work with (talented) light designer Thomas Walgrave

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CONCERTO DESENHADO
Teatro São Luiz, Lisboa
5/4/2008
Concerto de improvisação com Mário Laginha ao piano, inserido no programa da Festa do Jazz 2008. Apesar de nos conhecermos (e de eu ter um enorme respeito e admiração pelo trabalho de composição do ML) esta foi a primeira vez que os nossos instrumentos se encontraram. Uma noite difícil de esquecer.

Improvised concert with pianist Mario Laginha. It was the first time we’ve been together on stage. A night hard to forget.

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ILLUMINATED CORRIDOR
Prelinger Library, San Francisco (USA)
3/10/2007A convite de Gino Robair, um músico/compositor com quem já tinha actuado nos festivais Subtropics (Miami) e Camp (Stuttgard), participei no Illuminated Corridor - um evento de rua que reuniu artistas trabalhando com projecção e músicos trabalhando com um pouco de tudo. A performance desenrolou-se durante 3 horas à volta do edifício da biblioteca Prelinger no centro de São Francisco.

Invited by Gino Robair, a musician/composer whom I’ve worked with at Subtropics Festival (Miami) and Camp Festival(Stuttgard), I was part of the Illuminated Corridor - a street event gattering artists working with projection and musicians working with almost anything. It was a 3 hour performance around the Prelinger Library building in San Francisco downtown.

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Foto | Photo: Ian
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Foto | Photo: Charles Kremenak
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Foto | Photo: Nicole Cho
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Foto | Photo: Charles Kremenak
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Foto | Photo: Ian
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Foto | Photo: Nicole Cho
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Foto | Photo: Ian

EGO SKIN
Concepção e Direcção de Amélia Bentes
Interpretação de Amélia Bentes e Ludger Lamers
Criadores convidados:
Lia Rodrigues (dança)
Claudio Hochmann (teatro)
António Jorge Gonçalves (desenho digital)
Música de Martins Carlos
Apoio vocal de Paulo Filipe
Desenho de Luz de Cristina Piedade
Figurinos e Imagem divulgação de Vel Z
Pequeno Auditório/Centro Cultural Belém, Lisboa (2007)

Foi lançado o desafio a três criadores - de areas artísticas distintas - para que trabalhassem, transformassem, ou recriassem um dueto previamente criado por Amélia Bentes e Ludger Lamers. O objectivo: explorar o conceito de ego enquanto “imagem de si mesmo”.

Three artists from different areas – dance, theatre, drawing – get together with dancer and coreographer Amelia Bentes to work their own version of a duet created previously by Amelia Bentes and Ludger Lamers. The objectiv was to explore the concept of ego as “self representation”.


ERVA VERMELHA
A partir de Boris Vian
Encenação e adaptação de Cristina Carvalhal
Com
Ana Lúcia Palminha
António Jorge Gonçalves
Flávia Gusmão
Pedro Carmo
Pedro Lacerda
Sara Cipriano
Tiago Mateus
Tradução de José Carlos Rodrigues
Realização Plástica de António Jorge Gonçalves
Movimento por João Galante
Música de Sérgio Delgado
Figurinos de Maria Gonzaga
Desenho de Luz de Zé Manel Rodrigues
Sala Estúdio Teatro da Trindade, Lisboa (2006)Esta adaptação teatral do livro de Boris Vian foi trabalhada numa sala de paredes nuas, despida de todos os artifícios. Foi sobretudo a exploração da filigrana do entrosamento com os actores.This stage version for the Boris Vian book was worked in a empty room. We were crafting the delicate interaction between drawing and acting.erva1.jpg
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Desenho Digital em ESPAÇO PÚBLICO
6/10/2005
Faro Capital da Cultura, Faro
Desenho Digital de António Jorge Gonçalves
DJ Marcos BartilottiDeixo a tranquilidade do estúdio e levo as linhas para a rua: a utilização de mesa digitalizadora+laptop+projector vídeo permite desenhar imagens que serão visionadas em grande escala em espaços públicos. O processo é realizado em tempo real, sem recurso a material prégravado, e responde aos estímulos que o próprio local oferece. Os desenhos, em permanente metamorfose, habitam o espaço ora como suas personagens ora como cenário para os seus habitantes.Leaving the quietness of my studio and taking my pen for a ride: I draw with a computer pen having my work projected in big spaces with a video beamer. Storytelling and abstraction, frenzy and contemplation, characters and shapes, they all meet here during the unpredictable course of the drawings. This process happens real time and site specific, because I never use prerecorded material: the drawings results from an analog action combined with digital support.

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CAMP
Montemor-o-Novo
Stuttgart
2005

O Festival CAMP é uma semana de residência para músicos e artistas plásticos em que se procuram criar conceitos de Música Visual. É basicamente um recreio para artistas que durante 4 dias experimentam de tudo entre si, criando grupos e performances que mostrarão ao público nos restantes 3 dias.

The CAMP festival invites Musicians and Visual Artists for a week residency working for the Visual Music concept. It works as an artist’s playground: in the first 4 days they experiment everything creating groups and sets that will be performed in the last 3 days of the Festival.

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Club SUPER DELUXE, Tóquio
09/09/2005
Desenho Digital por António Jorge Gonçalves
Long String Instrument por Ellen Fullman

Foi quase por acidente que aconteceu esta actuação com Ellen Fullman – criadora de um longo instrumento musical composto por dois conjuntos de dezenas de cordas afinadas com diferenças minímas de tonalidade.

It was by accident that this performance occur in a Tokyo club. Ellen Fullman have developed a musical instrument which consists of two set of dozens of strings tuned in minimal tonal intervals.

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CONTINUOUS ME
Direcção de Yola Pinto
Co-criação e performance de
António Jorge Gonçalves (desenho digital)
Fernando Mota (música)
Yola Pinto (movimento)
ZDB (Lisboa), Cine-Teatro António Pinheiro (Tavira), Festival Altitudes (Montemuro), Box Nova/Centro Cultural Belém (Lisboa), São Brás de Alportel e Tavira (Faro Capital da Cultura), Cine-Teatro Joaquim d’Almeida (Montijo), Auditório Municipal António Silva (Cacém), Centro Cultural (Entroncamento).
2004 e 2005.

Uma caixa de diálogo entre o movimento humano, o desenho digital e o som gerando novas perspectivas do espaço existente entre a representação e o real. Construção de sistemas variantes de perguntas e respostas entre um corpo que dança e dois corpos que se manifestam pela sua própria ausência. Um jogo permanente de composição espontânea baseado na exploração das características próprias de cada local de espectáculo.

Dialogue created by Movement, Digital Drawing and Sound. A body who acts and two bodies present by their absence. A permanent game, generating site specific solutions.

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fotos | photos Nuno Neves

CONSPIRAÇÃO
de António Jorge Gonçalves e Nuno Artur Silva
música de Armando Teixeira
desenho em tempo real por AJG
movimento por Amélia Bentes
desenho de luz de Ricardo Campos
desenho de som de Ricardo Fernandes
com
Kalaf
Nuno Lopes/Marco d’Almeida
Sandra Celas
Teatro Aberto, Lisboa (2004). Teatro Viriato, Viseu / Clube Estefânea, Lisboa / Centro de Artes da Calheta, Madeira (2005).

Representação em palco do universo da série Filipe Seems. Foi uma possibilidade única de juntar criadores de diferentes áreas e … experimentar! Para além do desenho digital ao vivo, projectei também sequências Flash pré gravadas.

Stage version of the Filipe Seems series. A chance to get a handful of artists from different areas and… experiment! I’ve used Digital (live) drawing and pre-recorded Flash sequences.

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fotos | photos José Alfredo/Teatro Viriato

O DONO DO NADA
Ideia e Texto de Amélia Muge
Encenação e Desenho de Luz de Adriano Luz
Música, Arranjos, Sonoplastia Amélia Muge e José Martins
Movimento Cénico de Adriana Queirós
Concepção Plástica de António Jorge Gonçalves
Interpretação
Carla de Sá
Carlos Macedo/Dinarte Branco
Jaime Bruno Lopes
Núria Mencía/Anabela Brígida
Centro Cultural Olga Cadaval, Sintra, 2003; Teatro Maria Matos, Lisboa. 2006.

Sou admirador das canções de Amélia Muge e do lugar que ocupam na música portuguesa. Neste espectáculo introduzi, ainda que timidamente, as projecções do desenho digital como pano de fundo da acção. A abertura do universo possibilitou a criação de figurinos mais imaginativos que o usual. Oxalá os espectáculos de teatro juvenil tivessem sempre esta qualidade!

I’m a Amelia Muge fan and I recognize the distinct place that she occupies in Portuguese music. In this play I’ve introduced for the first time my digital drawings as a background for the action. There was a considerable freedom on the costume design, definitely more than usual.I wish that all youngsters theatre would have this quality!

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O QUE DIZ MOLERO
De Dinis Machado
Versão teatral de Nuno Artur Silva
Direcção de António Feio
Realização Plástica de António Jorge Gonçalves
Música de Nuno Rebelo
Desenho de Luz de João Paulo Xavier
Desenho de Som de Francisco Leal
com
António Feio
José Pedro Gomes
Teatro Nacional D. Maria II, Lisboa (1994); Teatro Nacional S. João, Porto (1995 e 1999); Teatro Villaret, Lisboa (1999). Prémio Melhores Figurinos ‘94 da Associação dos Críticos de Teatro e Menção Especial para Cenografia nos Prémios ACARTE/Gulbenkian.

Foi com este espectáculo que me estreei no Teatro. Sorte de principiante: um texto de primeira àgua, uma super equipa e imensa liberdade. Para as imagens projectadas usei uma bateria de 12 projectores com 800 diapositivos controlados por computador.

This was my first in Theatre. Beginners luck: a first class text (adapted from a Portuguese cult book), a super team and total freedom. For the projections I’ve used 12 slide projectors loaded with 800 images, controlled by computer.

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