DESENHAR DO ESCURO

Aos 14 anos desejei ser banda desenhista à boca de uma grande máquina de offset, por isso alimento um interesse profundo pela produção dos meus livros. A impressão é sempre uma tradução, uma recriação do objecto inicial e por isso quero estar o mais presente possível nessa metamorfose. Vem isto a propósito das primeiras provas do livro DESENHAR DO ESCURO que fui hoje ver à GUIDE: a decisão de imprimir os desenhos a branco sobre papel preto – reproduzindo o processo original de criação – coloca imensos desafios em caminhos pouco frequentados.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *